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Morte de vendedora após assalto choca delegado: 'Crime bárbaro'
Notícias / Atualizado em 01/03 às 07h 16min


O delegado regional de Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital, André Fernandes, disse que a investigação sobre a morte da vendedora Jéssica Ferreira da Silva, de 23 anos, é tratada como prioridade pela corporação. O investigador afirmou, no entanto, que os suspeitos do crime, ocorrido no domingo (28), ao lado da casa onde a vítima morava, no Setor Tiradentes, ainda não foram identificados e presos.

\"É um crime bárbaro. Já colhemos dados importantes e a Polícia Civil está empenhada em descobrir os autores desse latrocínio. Isso será nossa prioridade. É uma questão de honra da uma resposta a esse crime\", disse o delegado em entrevista coletiva na tarde desta segunda-feira (29).

Jéssica foi morta com um tiro no ombro. Segundo as investigações, ela estava nas proximidades de casa com mais dois amigos. Dois homens passaram em uma motocicleta e abordaram as vítimas, roubando os celulares e correntes. Em seguida, a dupla pediu que eles virassem de costas. Em seguida, o garupa efetuou o disparo que atingiu a jovem e fugiu com o comparsa.

Jéssica chegou a ser levada a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Setor Buriti Sereno, mas não resistiu ao ferimento. \"Ao que tudo indica, eles não reagiram e obedeceram aos comandos dos criminosos, o que identifica um ato de crueldade\", pontua Fernandes.

Os criminosos são suspeitos de cometer outros dois roubos antes da ação que vitimou a vendedora. As primeiras vítimas, além dos amigos da jovem, estão sendo ouvidos pela polícia, que também procura imagens de câmeras de segurança que possam ter flagrados o crime.

No local do latrocínio, não foi encontrado nenhuma cápsula de bala, o que, segundo o delegado, indica que os suspeitos usaram um revólver para efetuar o disparo.


O corpo de Jéssica está sendo velado na casa onde ela morava. O enterro está previsto para esta terça-feira (1º), no Cemitério Jardim da Paz, em Aparecida de Goiânia. No velório, amigos e familiares pediam justiça.